marilene

Marilene Pompeu

Tucuruí… Cidade guerreira, Feliz altaneira e hora divina e hora de paz… Teu por do sol tranquilo a mostrar, toda beleza indescritível do lugar… Tuas cores sempre a encantar, tomando assim o horizonte da cidade que sonha e espera realizar… Terra menina de cor morena, teu sol se esconde de forma serena… Trazendo a noite pra lua e estrelas no alto brilhar… O sol se despede por trás dos morros deixando a sombra das arvores e frutas sempre a ofertar… Tocantins, rio que corre para o mar… Tuas águas mansas molham as faces das crianças… Tamanha bonança das vidas sem ganância, só esperança… Sopra a brisa suave no verde das matas… Abrigam os passaros que sobrevoam no ar… Tucuruí a felicidade mora aqui… bia alice    marile henri ALMA DO TOCANTINS oh! Tocantins! Sentada em tua margem, admirando toda a paisagem, perdida numa visão, Ao Pai, pede mais vida em oração, sentindo a chegada do vento, espalhando teu cheiro, a tua essencia se desnuda, vinda da tua alma profunda, água do mundo, que rola em menos de um segundo, pra nunca mais voltar, deixando-me a imaginar, o tempo de infancia, desperta-me a lembrança, peço baixinho ao teu ouvido… Devolva-me o tempo que passou… O tempo da vida à beira rio, junto com meu pai, onde a cidade inteira e pequena, em tua margem passeava, quanto tempo passou… Admirando-te ainda estou… Lembro que foi em tua margem, que tudo começou, faz-me compreender então… A razão do poder natural deste lugar… Marilene Pompeu – filha de Tucuruí   945647_360339510733338_1226740739_n Luiz Henrique Barros Hoje quero mandar para os meus amigos do facebook uma poesia de minha autoria que consta do meu livro ” POESIAS” -(11/04/2013) DEUS E A NATUREZA Tua força faz girar e estremecer o Universo. A tua força está no silêncio do espeço infinito que nos cerca O Universo é a fonte que te ilumina radiante. A natureza é toda a vida que emana de ti, E está presente em todas as coisas existentes: Nas profundezas do mar assustador, Na linda noite de orvalho e na luz prateada da Lua que gira no céu. O teu Poder está no Céu, Que ondula a beleza do azul profundo. E na aurora que o sol dourado ilumina rutilante. henriq  945647_360339510733338_1226740739_n Luiz Henrique Barros TUCURUÍ Tuas origens Se perdem no tempo Do Brasil Colônia E também do Império. De heróis desconhecidos, Que por tuas terras adentraram E com bravura destemida Por ti lutaram. Com ferozes indígenas brigaram, Tupis-guaranis, gaviões E também os urubu-kaapor Que viviam nos teus sertões. Foram lutas ferrenhas Sangrentas durante séculos Para nessas terras estabelecerem O domínio português Comandados pelo capitão-mor José Napóles Telles de Menezes. Às margens do Tocantins, Perto das poderosas, furiosas, Cachoeiras Itaboca e Capitariquara, Um forte de faxina foi construído, simples tapera, Para impedir o contrabando Das riquezas colhidas no Centro-Oeste. Dali do pequeno povoado Primeiro surgiu Pederneiras, Por causa das pedras usadas Como espoletas de canhões Pelos soldados portugueses Para intimidar os ladrões Que desciam o Tocantins Vindos de Mato Grosso e Goiás. Também se ouviu falar, Que muitos dos teus pioneiros Surgiram de um mocambo De negros fujões, Que fundaram uma república negra, Por uma mulher governada, De muito brio e valor Felipa Maria Aranha. Depois foi criada A Freguesia de São Pedro do Alto Tocantins, Depois São Pedro de Alcobaça, Como por muito tempo Ficou conhecida em todo o Estado do Pará A nossa Tucuruí, Que a todos nos enche de orgulho. Depois, talvez, para esquecer, Não lembrar mais do domínio português Teu nome foi mudado para Tucuruí, Pois tua origem primeira Está ligada aos indígenas Que por séculos aqui viveram. Sempre tiveste o privilégio De servir ao desenvolvimento Do nosso Estado do Pará E da vasta Amazônia. Primeiro foi construída A Estrada de Ferro Tocantins Para ligar o Pará ao Centro-Oeste E também ao Nordeste. Anos mais tarde veio a grande barragem, A usina Hidrelétrica de Tucuruí, Para gerar muita energia E criar progresso Em grande parte do país. Agora foi inaugurada, Pelo presidente Lula E pelo prefeito Sancler, A Hidrovia Araguaia-Tocantins, Que servirá em breve futuro Para transportar riquezas Do centro do país. Tucuruí, teu nome, Tem significado incerto: “Rio das Formigas” ou “Rio dos Gafanhotos”, Mas prova para todos Tua antiga origem Dos povos indígenas Que por séculos aqui já viviam. Tucuruí, minha querida cidade, Das mulatas trigueiras, Das mulheres caboclas, Com teu carnaval alucinante, És na verdade, Minha doce amante. TUCURUÍ Tuas origens Se perdem no tempo Do Brasil Colônia E também do Império. De heróis desconhecidos, Que por tuas terras adentraram E com bravura destemida Por ti lutaram. Com ferozes indígenas brigaram, Tupis-guaranis, gaviões E também os urubu-kaapor Que viviam nos teus sertões. Foram lutas ferrenhas Sangrentas durante séculos Para nessas terras estabelecerem O domínio português Comandados pelo capitão-mor José Napóles Telles de Menezes. Às margens do Tocantins, Perto das poderosas, furiosas, Cachoeiras Itaboca e Capitariquara, Um forte de faxina foi construído, simples tapera, Para impedir o contrabando Das riquezas colhidas no Centro-Oeste. Dali do pequeno povoado Primeiro surgiu Pederneiras, Por causa das pedras usadas Como espoletas de canhões Pelos soldados portugueses Para intimidar os ladrões Que desciam o Tocantins Vindos de Mato Grosso e Goiás. Também se ouviu falar, Que muitos dos teus pioneiros Surgiram de um mocambo De negros fujões, Que fundaram uma república negra, Por uma mulher governada, De muito brio e valor Felipa Maria Aranha. Depois foi criada A Freguesia de São Pedro do Alto Tocantins, Depois São Pedro de Alcobaça, Como por muito tempo Ficou conhecida em todo o Estado do Pará A nossa Tucuruí, Que a todos nos enche de orgulho. Depois, talvez, para esquecer, Não lembrar mais do domínio português Teu nome foi mudado para Tucuruí, Pois tua origem primeira Está ligada aos indígenas Que por séculos aqui viveram. Sempre tiveste o privilégio De servir ao desenvolvimento Do nosso Estado do Pará E da vasta Amazônia. Primeiro foi construída A Estrada de Ferro Tocantins Para ligar o Pará ao Centro-Oeste E também ao Nordeste. Anos mais tarde veio a grande barragem, A usina Hidrelétrica de Tucuruí, Para gerar muita energia E criar progresso Em grande parte do país. Agora foi inaugurada, Pelo presidente Lula E pelo prefeito Sancler, A Hidrovia Araguaia-Tocantins, Que servirá em breve futuro Para transportar riquezas Do centro do país. Tucuruí, teu nome, Tem significado incerto: “Rio das Formigas” ou “Rio dos Gafanhotos”, Mas prova para todos Tua antiga origem Dos povos indígenas Que por séculos aqui já viviam. Tucuruí, minha querida cidade, Das mulatas trigueiras, Das mulheres caboclas, Com teu carnaval alucinante, És na verdade, Minha doce amante. (Tucuruí-PA, 29.11.2011). Maconi Araujo               Marconi Araujo A poesia… “A poesia não está no papel Está na vida Vista e sentida Por olhos sensíveis E corpos que se permitem ir além. Por almas que ousam Interiores que gritam. Ser poeta um dia é fácil Difícil é sê-lo sempre. Fácil é amar Difícil é libertar a quem se ama Libertar as palavras que inflamam. Mas mais difícil não é libertar Nem amar, criar, ousar. Difícil é ser. Um ser contido no mundo E conter o mundo dentro de si”. pablo                     Tucuruí, a cidade prodigiosa do Pará Tucuruí… Podes não ser o Rio de Janeiro, És maravilhosa Moro no teu ventre, Respiro a tua graça e elegância de porte Consumo o verde das tuas florestas Faço gestos da tua solenidade E vivo o canto de tuas aves A tua hidrelétrica nos banha Com a eletricidade que produz Com as águas que ela jorra O teu peito nos conduz Ó cidade querida Pretendo viver o teu futuro Sustentar-me com teu canto Enxergar com tua luz E aquecer-me com teu calor As tuas lagoas sujas São as lágrimas que tu desfere Cidade do Pará Tucuruí que nos espere A cor dos teus olhos É o azul do céu que reflete em teus córregos O verde das tuas matas que te cobrem E fazem uma contenda com a luz do luar Tucuruiense, gente de garra Povo que se sacrifica até hoje Para que tu Ó Tucuruí, cidade querida, Sejas chamada de A cidade prodigiosa do Pará AMÉRICO DIAS, Pablo. Poesia completa.  Tucuruí: Pará, 2008.  

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